Conselho Federal de Administração (CFA), cria Comissão Especial ADM Mulher com participação do CRA-BA

Conselho Federal de Administração (CFA), cria Comissão Especial ADM Mulher com participação do CRA-BA

O Conselho Federal de Administração (CFA) apresentou hoje a Comissão Especial ADM-Mulher, criada para trabalhar pela atuação, fortalecimento e visibilidade das profissionais de Administração no Sistema CFA/CRAs e no mercado de trabalho de forma geral.

Por conta da Covid-19, o lançamento foi realizado via internet, em um webinar que reuniu o presidente da autarquia, Mauro Kreuz; a coordenadora da Comissão, Cláudia Stadtlober; a vice-coordenadora da Comissão, Ione Salem; e a presidente do CRA-BA e membro da Comissão, Tânia Dias.

A ideia de reunir essas profissionais em uma iniciativa mais focada surgiu de um grupo de mulheres de diferentes regionais e ganhou força e celeridade exatamente durante a pandemia.

Para Cláudia Stadtlober, é preciso pensar no papel de mulheres gestoras na atualidade. Ao citar a última pesquisa de Perfil do Administrador, ela afirmou que as mulheres vêm crescendo muito em números de registros profissionais. Registrou que nas escolas de gestão a maior parte dos alunos é de mulheres e que “essa representatividade também tem que aparecer no meio político, no mercado de trabalho e sempre com essa ideia de soma para termos um equilíbrio no meio profissional”.

Na construção do projeto, o grupo redigiu também um manual orientativo para aqueles regionais que também quiserem implementar comissões dessa natureza. “O manual é um guia, mas que deve ser flexibilizado para atender as características sociais, culturais e financeiras daquele CRA”, explicou Ione Salem.

O Conselho Regional de Administração da Bahia foi o primeiro dos regionais a aderir o projeto. Desde 2015, o CRA-BA já trabalha com os Fóruns das Mulheres, cujos objetivos são semelhantes aos do ADM-Mulher. “Decidimos realizar o lançamento da comissão na Bahia hoje, junto com o Federal, para aproveitar o orçamento do próximo ano e o planejamento do próximo biênio. Nossos objetivos gerais continuam os mesmos: o de um trabalho de visibilidade da profissão exercida pela mulher”, afirmou Tânia Dias.

As gestoras enfatizaram que, apesar de o foco da Comissão ser o público feminino, a ideia é a colaboração entre homens e mulheres na construção de um modelo de gestão em que todos os profissionais possam ocupar os seus espaços de forma saudável e parceira.

Um momento histórico que marcará a trajetória do Sistema. Foi assim que Mauro Kreuz classificou a iniciativa. “Eu não tenho dúvidas de que essa comissão frutificará e muito porque eu sou testemunha das vossas capacidades. A profissão ganha muito”, concluiu.

 Elisa Ventura

Assessoria de Comunicação CFA 

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